quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Juro (parte 2)- texto feito em maio/2010

Agora o único desejo que persiste em mim, é ser um garoto frio, de ser aquele garoto de antes de te conhecer, de querer nunca mais amar, pois agora sabe que essa chama que incendeia o peito pode se transformar literalmente em uma lagrima, que às vezes rola sobre o meu rosto, ou que às vezes é escondida por um sorriso diferente daquele de quando tinha certeza que era uma eterna criança, o sorriso verdadeiro, totalmente diferente do que habita no meu rosto.
Agora, sinceramente, eu te dou os parabéns, você conseguiu me fazer amar alguém que no qual eu não devia, amar além do que devia. Parabéns! Lembra de quando você disse que queria me proporcionar coisas novas? Sem pensar que poderia ser literalmente hipnotizado eu deixei. Parabéns, você conseguiu me proporcionar coisas novas, sim, você me fez amar, mas esqueceu de me dizer que eu devia amar alguém que valorizasse esse meu amor. Mas tudo bem, você não estava errado, você me propôs oportunidade nova, sofrer por alguém que não merece. Parabéns, você conseguiu!
Não me culpe por agora ser um garoto frio, que não sabe amar, que somente sabe sofrer. Única coisa que posso ser culpado é de ser um tonto, sim, um tonto que acredita nas palavras escritas por alguém que nunca havia visto pessoalmente, de amar esse alguém, de querer esse alguém sem pensar nas conseqüências. Talvez esse seja o maior erro, mas não negue que somente eu que errei, assuma que eu fui somente uma marinete em suas mãos.
E desculpa, se o erro for meu, de ser mais uma marionete em suas mãos, desculpa!

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